Barriga da loira

abril 2nd, 2009

A barriga da loira finalmente começou a crescer vejam aí…

Pneu furado da lambreta

março 27th, 2009

Essa semana furei o pneu de lambreta a segunda vez em um ano. A outra vez foi ainda na lambreta velha quando eu trabalhava lá no centro. Simplesmente coloquei a corrente na moto e no dia seguinte levei um kit de conserto de pneu. O caso e que aqui não existe borracharia dessas no meio da rua e se for em horário não comercial aí ainda e mais complicado.

Dessa vez eu dirigi 45 minutos com o pneu no chão e enchi duas vezes no caminho pra chegar em casa mas ficou beleza o reparo que fiz vejam aí embaixo…

Pici e Cocorote: as Bases Americanas no Ceará

março 25th, 2009

Esse é mais um trecho do livro sobre o Ceará em guerra que meu primo Bruno mandou… Parece bom pra caralho esse tal livro! Procurando fotos achei um blog muito bom que tem um post bom bem completo sobre o assunto.

O levantamento da área para a construção na cidade de Fortaleza da pista do Pici começou em julho de 1941. As obras foram confiadas à empresa cearense Campelo e Gentil, dirigida pelos engenheiros Armando Campelo e José Gentil Neto. O projeto do Pici previa uma pista de 500 pés de extensão para permitir o trânsito de aviões de porte médio, além de prestar apoio aos aviões que faziam o patrulhamento do litoral nordestino.

O Brasil só entrou na guerra em agosto de 1942. Mesmo assim, em 11 de dezembro de 1941, a Base de Natal recebia dos Estados Unidos o Esquadrão VP-52 da Força Aeronaval Americana. O esquadrão era composto por seis aviões Catalinas (PBY-5) e tinham como finalidade cumprirem missões de guerra.

Segundo historiadores, a pista do Pici foi inaugurada prematuramente (com apenas 75% de extensão construída) em fevereiro de 1942, por ocasião de um pouso de um avião americano B-17 que se encontrava perdido de sua rota original. A permanência da aeronave em Fortaleza foi de apenas 30 minutos.

Dados da época informam que o sobrevôo da aeronave causou certo pânico na população local em função das notícias que chegavam da Europa. O temor de então era causado pela possível participação brasileira na Segunda Guerra Mundial.

A conclusão das pistas do Pici data de março de 1942. Análises técnicas e meteorológicas, levantadas tanto por especialistas brasileiros como americanos, preconizavam que houve precipitação no posicionamento da pista.

As limitadas dimensões da pista do Pici, e o avanço das forças alemãs na Europa e na áfrica, fizeram com que os americanos resolvessem procurar outro local para a construção de uma nova pista em Fortaleza. A idéia era permitir pousos e decolagens de grandes aviões de bombardeio. Essa estratégia visava também desafogar a base de Parnamirim, no Rio Grande do Norte, que já havia entrado em processo de saturação face ao grande número de vôos destinados para o local.

O passo seguinte foi a escolha de uma nova área. A reportagem da Revista Aeronáutica, edição de n° 15, de 1985, escrita pelo jornalista José Pinto, relata que o Ten. Coronel José Sampaio de Macedo foi o responsável pela escolha do novo local para construção da 2ª Base Americana em Fortaleza. A área escolhida foi o bairro “Cocorote”.

Esse novo local permitiu o pouso dos aviões brasileiros estacionados no alto da balança. Na nova base foi construída ainda uma ampla pista de taxiamento, chamada de “Barata Ribeiro”, que facilitou a interligação com a pista do Alto da Balança.

Em julho de 1943 começaram os trabalhos no Cocorote, enquanto a Base do Pici começava a ser ampliada para atender a marinha americana. No final de 1943 a Base passou a sediar o esquadrão VP-130, com 12 aviões PV-1 Ventura, e o Blimp K84, do esquadrão P-41, aeronaves originadas da Base de São Luis do Maranhão.

Ainda segundo o jornalista José Pinto, a proximidade do Cocorote com a Base do Pici, também chamada de Base Brasileira, fez com que a nova pista adjacente passasse a ser chamada de “adjacent field”, ou pela denominação oficial, “1155th Army Air Force Base Unit Fortaleza”.

Base do Cocorote

A movimentação da Base Americana de Fortaleza não teve o mesmo desempenho da Base de Parnamirim (RN). As estatísticas da FAB, além das informações obtidas junto à Agência de Pesquisas Históricas da Força Aérea Americana, sediada no estado do Alabama (USA), confirmaram que cerca de 1.778 travessias partiram de Fortaleza entre 10 de dezembro de 1943 (data da inauguração da pista do Cocorote) e 14 de maio de 1944, data da última travessia.

A Base do Cocorote, local onde está construído hoje o Aeroporto Internacional Pinto Martins, praticamente só era separada da Base do Pici pela Avenida João Pessoa (denominada na época pela população de ‘Concreto’) e um trecho da linha férrea. Da Base do Pici para o Cocorote existia uma longa avenida, atualmente Carneiro de Mendonça. O acesso à pista do Cocorote pela Avenida João Pessoa era feito pelo Bar Avião, ainda existente na Avenida João Pessoa. Para dar suporte às obras das duas pistas (Pici e Cocorote) os americanos construíram uma fábrica de asfalto no Bairro Itaoca.

A Base do Cocorote foi considerada como superior no item ‘segurança de vôo’ em relação à Base de Parnamirim. A partir do dia 15 de maio de 1944, Fortaleza passou a receber somente aviões de linha e eventuais aparelhos em emergência.

NOTA

Fonte de consulta pelos autores do livro “A História da Aviação no Ceará”, a reportagem “Tempos de Guerra: côco route ou cocó rout”, de autoria do jornalista e pesquisador de aviação José Pinto, publicada na edição, n° 15 da revista “Aeronáutica”, chega ao final do texto com uma interrogação: Qual o destino do pequeno povoado conhecido como “Pirocaia” cujo nome é o código de chamada usado pelos americanos nas transmissões de rádio, realizadas nas operações da base americana localizada no Cocorote, intituladas pelos americanos de “Adjacent Field”? Respondemos: Trata-se do Bairro do Montese, denominação conquistada em 1951, quando lideranças comunitárias resolveram homenagear os ex-Combatentes cearenses, heróis da Segunda Guerra que, na Itália, venceram os inimigos e libertaram a cidade de Montese, até então em poder das tropas Alemãs.

Nossa casa no google street view

março 19th, 2009

Vejam ai que beleza o novo serviço do google que começou a funcionar hoje em Londres… Essa ai é a nossa casa – com um carro azul e um vermelho na frente (mas essa foto foi tirada há vários meses).


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Fatos que lembram a 2ª Guerra Mundial em Fortaleza

março 18th, 2009

Meu avô Sinésio sempre conta estórias da época da guerra em Fortaleza, que pintaram os prédios da praça do ferreira de preto e jogavam sacos de areia de cima dos aviões para simular bombardeios. Meu primo Bruno achou um livro que conta justamente isso e vocês podem ver ai embaixo um trecho que ele mandou pra mim…

Enumeramos, a seguir, alguns fatos pesquisados sobre a Segunda Grande Guerra em Fortaleza. Além de livros, revistas, jornais e narrativas do jornalista e escritor Geraldo da Silva Nobre, conversamos com o veterano e saudoso piloto do aeroclube do Ceará, Hélio Guedes Pereira. Veja a seguir.

De acordo com Geraldo Nobre, a partir de junho de 1941, Fortaleza intensificou exercícios de “defesa passiva”. Os treinamentos com a população levavam em conta possíveis ataques inimigos…

A população estimada de Fortaleza em 1941 era de 180.185 habitantes, os habitantes vivenciando um total clima de expectativa em torno de um conflito mundial.

Havia muita desinformação e despreparo. Essas foram as condições que os Fortalezenses “enfrentaram” com os terríveis inimigos dos aliados, as forças do Eixo.

Segundo o jornal O Povo, edição do dia 26 de janeiro de 1943, “foi realizado domingo, na zona fabril de Fortaleza, o segundo exercício de defesa pacífica antiaéreo, promovido pela diretoria regional…”

Às 9h30min precisamente, os bombeiros que se localizavam na torre de comando do quartel, no edifício da Praça Fernandes Vieira (Praça do Liceu), anunciaram a aproximação dos aviões inimigos. A medida era tida como necessária para “preservar” a cidade de possíveis ataques por submarinos.

Geraldo Nobre relata também que “o setor civil, encarregado da defesa, orientava para que as famílias pintassem de preto as vidraças das janelas e portas para impedirem, que à noite, devido à iluminação interna das casas, principalmente aquelas que ficavam mais próximas da orla marítima, fossem alvo também da ação dos inimigos”…

“Em agosto de 1942, o Brasil já participava da 2ª Guerra ao lado dos aliados. Os cearenses temiam que a capital cearense fosse ponto estratégico para a guerra na África, sujeita, portanto, a possíveis bombardeios”, lembra o historiador.

Imediatamente, ainda segundo o jornal, “as sirenes soaram o alarme. Os aparelhos do aeroclube do Ceará, em número de quatro, sobrevoaram a zona visada, atacando de preferência, os prédios do liceu e do corpo de bombeiros”.

O jornalista e escritor Geraldo Nobre, em entrevista ao Jornal Diário do Nordeste, de Fortaleza, em 24 de maio de 1995, data comemorativa dos 50 anos da vitória dos aliados na 2ª Guerra Mundial, disse que o corte de energia elétrica era sempre feito à noite, mantendo a cidade sobre blecautes, medida antipática e que causava medo à população.

Geraldo Nobre fala também de notícias alarmantes que aqui chegavam e alimentavam cada vez mais o sentimento de medo da população, ensejando as autoridades militares e civis que organizassem um serviço de defesa para a cidade.

Treinamentos diários de sobrevivência eram realizados com a população. Os fortalezenses quase entravam em pânico a cada simulação de “bombardeio” que era realizado pelos monomotores do aeroclube do Ceará.

O veterano e saudoso piloto do aeroclube do Ceará, Hélio Guedes Pereira, disse que durante 30 minutos vários aviões – sendo um deles, sem dúvida, pilotado pelo mestre Hélio – sobrevoaram a cidade em vôo rasante, principalmente sobre as Praças do Ferreira, José de Alencar e Praça do Liceu.

Como as antigas aeronaves não tinham luzes de navegação, Hélio Guedes Pereira informou que a saída encontrada pelos pilotos da época era amarrar lanternas na montante dos aviões para evitar possíveis colisões. “Sirenes eram acionadas e o povo corria para se abrigar como se a cidade estivesse sendo realmente bombardeada”, disse.

Mestre Hélio contou ainda que os pilotos, logo que avistavam um transeunte, tentavam acertá-lo com pequenos sacos de cal.

Cenas hilariantes aconteceram durante os “bombardeios”, relembrou o experiente piloto. Segundo ele, o fato mais engraçado de todos ocorreu com o comandante do corpo de bombeiros, na época o capitão PM José Nogueira Caminha. “Ele foi atingido por um dos sacos de cal, um petardo de 500 gramas”, disse. O citado militar, segundo ainda Hélio Guedes, que era também membro da defesa passiva, ficou muito envergonhado com o acidente.

Ainda como defesa da cidade, descreve Hélio Guedes, “foram transferidos para o farol do Mucuripe (farol velho) cerca de 12 canhões da marca krupp, com o objetivo de revidar possíveis ataques alemães”.

Na realidade os velhos canhões fabricados na Alemanha pouco poderiam fazer com relação a possíveis ataques submarinos. Eram armas de artilharia próprias para serem utilizadas terra-a-terra. Além disso, tinham o alcance médio de no máximo dois mil metros.

Nova horta

março 17th, 2009

Há umas três semanas atrás resolvi plantar novas mudas para nossa horta no verão. Diferente do brasil que não faz muita diferença em que epoa do anovc planta pois sempre da aqui não e tão ágil assim. Muitas plantas precisam ser plantadas em beds (como na foto) agora pra serem transferidas para fora quanto etiver mais quente. Outras plantas como o pimentão tem que ser mantidos dentro de casa sempre quando estiver frio. Vejam a lista do que plantei e o status de cada vegetal abaixo:

Tomate cereja amarelo – só um dos quatro que plantei germinou

Tomate cereja tipo um – esse veio um monte de semente e todos germinaram só o caule que ainda ta fino

Tomate ereja tipo dois – esse se chama yomaro tumble e acho que dos quatro que plantei um morreu por falta ou excesso de água

Ervilhas – das quatro que plantei duas naceram e estão enormes comparafos as outras coisas que plantei

Courgettes – aproveitamento total e esses também estão grandes e a folhas enormes

Squash – também crecendo bem. Squash e tipo uma abóbora.

Girasois gigantes – crescendo…

Coentro – crescendo bem e vários nascendo em cada bed já tem umas folhasno formato tradicional

Manjericão – pequeno ainda

Salsinha – pequeno tbem e demorou um tempão para germinar

Pimentão – dos 4 que plantei ao dois nasceram mas estão crescendo devagar

Cenoura – acho que matei uma afogada

Feijão pinto – plantei semana passada etao germinando agora

Deve ter mais alguma coisa lá que não lembrei agora mas já estou cansado de digitar no celular… Vejam aí as fotos.

No hospital

março 14th, 2009

Essa semana a loira foi fazer a consulta mensal dela no hospital e acabou dando um susto em todos nós pois os médicos seguraram ela hospitalizada até o dia seguinte.

Isso foi por conta da falta de ar e cansaço que ela sente o tempo todo desde o começo da gravidez. Fizeram um monte de exames ela dormiu por lá – eu não pude ficar junto – e no dia seguinte a tarde liberaram e disseram que e normal da gravidez…

A parte boa e que fizeram um ultrassom extra no bebê e ele esta grande e gordo como o pai.

Lar doce lar

fevereiro 15th, 2009

Olhem aí a fachada a nova casa como vocês podem ver e uma casa de verdade agora!

Mudanca na casa nova

fevereiro 6th, 2009

E agora vocês podem ver toda aquela bagunça de ontem na casa nova. Como vcs podem perceber vai demorar um bom tempo até a gente arrumar tudo aqui. Mas estamos bem felizes pois a casa apesar da decoração cafonissima está show de bola! Amanha coloco umas fotos melhores.

Dia de mudanca

fevereiro 6th, 2009

Passamos a semana inteira nos preparando para a mudança de hoje… Nunca achei que pudéssemos ter tanta coisa. Lembro ainda minha primeira mudança na escócia onde todas minhas coisas cabiam naquela mala verde horrorosa de tia ivana (mas bem útil) e uma mochila. Eu já nem sei se vai dar tudo na Van!

Ainda tem previsão de neve de novo amanha!!! Depois falo mais da casa nova má vejam aí umas fotos da zona que está tudo aqui agora…