Pouco blog… muito twitter e wee web

junho 4th, 2009

Pois é o blog está parado esses dias, mas eu estou bem ativo no twitter e no wee web. Basicamente não consigo mais ficar online por muito tempo para escrever no blog então eu fico mandando posts e fotos no twitter (@igordutra, http://www.twitter.com/igordutra) e no wee-web (http://www.wee-web.com) colocando fotos do Gael e textinhos paternos via celular – o wee-web é so pra convidados, então se alguém quiser acompanhar o Gael é só o mandar comentário que mando um convite.

Estou com novidades sobre a horta, teste de motorista, lambreta e escritório caseiro que vou tentar atualizar e ilustrar esses dias aqui no blog.

Fatos que lembram a 2ª Guerra Mundial em Fortaleza

março 18th, 2009

Meu avô Sinésio sempre conta estórias da época da guerra em Fortaleza, que pintaram os prédios da praça do ferreira de preto e jogavam sacos de areia de cima dos aviões para simular bombardeios. Meu primo Bruno achou um livro que conta justamente isso e vocês podem ver ai embaixo um trecho que ele mandou pra mim…

Enumeramos, a seguir, alguns fatos pesquisados sobre a Segunda Grande Guerra em Fortaleza. Além de livros, revistas, jornais e narrativas do jornalista e escritor Geraldo da Silva Nobre, conversamos com o veterano e saudoso piloto do aeroclube do Ceará, Hélio Guedes Pereira. Veja a seguir.

De acordo com Geraldo Nobre, a partir de junho de 1941, Fortaleza intensificou exercícios de “defesa passiva”. Os treinamentos com a população levavam em conta possíveis ataques inimigos…

A população estimada de Fortaleza em 1941 era de 180.185 habitantes, os habitantes vivenciando um total clima de expectativa em torno de um conflito mundial.

Havia muita desinformação e despreparo. Essas foram as condições que os Fortalezenses “enfrentaram” com os terríveis inimigos dos aliados, as forças do Eixo.

Segundo o jornal O Povo, edição do dia 26 de janeiro de 1943, “foi realizado domingo, na zona fabril de Fortaleza, o segundo exercício de defesa pacífica antiaéreo, promovido pela diretoria regional…”

Às 9h30min precisamente, os bombeiros que se localizavam na torre de comando do quartel, no edifício da Praça Fernandes Vieira (Praça do Liceu), anunciaram a aproximação dos aviões inimigos. A medida era tida como necessária para “preservar” a cidade de possíveis ataques por submarinos.

Geraldo Nobre relata também que “o setor civil, encarregado da defesa, orientava para que as famílias pintassem de preto as vidraças das janelas e portas para impedirem, que à noite, devido à iluminação interna das casas, principalmente aquelas que ficavam mais próximas da orla marítima, fossem alvo também da ação dos inimigos”…

“Em agosto de 1942, o Brasil já participava da 2ª Guerra ao lado dos aliados. Os cearenses temiam que a capital cearense fosse ponto estratégico para a guerra na África, sujeita, portanto, a possíveis bombardeios”, lembra o historiador.

Imediatamente, ainda segundo o jornal, “as sirenes soaram o alarme. Os aparelhos do aeroclube do Ceará, em número de quatro, sobrevoaram a zona visada, atacando de preferência, os prédios do liceu e do corpo de bombeiros”.

O jornalista e escritor Geraldo Nobre, em entrevista ao Jornal Diário do Nordeste, de Fortaleza, em 24 de maio de 1995, data comemorativa dos 50 anos da vitória dos aliados na 2ª Guerra Mundial, disse que o corte de energia elétrica era sempre feito à noite, mantendo a cidade sobre blecautes, medida antipática e que causava medo à população.

Geraldo Nobre fala também de notícias alarmantes que aqui chegavam e alimentavam cada vez mais o sentimento de medo da população, ensejando as autoridades militares e civis que organizassem um serviço de defesa para a cidade.

Treinamentos diários de sobrevivência eram realizados com a população. Os fortalezenses quase entravam em pânico a cada simulação de “bombardeio” que era realizado pelos monomotores do aeroclube do Ceará.

O veterano e saudoso piloto do aeroclube do Ceará, Hélio Guedes Pereira, disse que durante 30 minutos vários aviões – sendo um deles, sem dúvida, pilotado pelo mestre Hélio – sobrevoaram a cidade em vôo rasante, principalmente sobre as Praças do Ferreira, José de Alencar e Praça do Liceu.

Como as antigas aeronaves não tinham luzes de navegação, Hélio Guedes Pereira informou que a saída encontrada pelos pilotos da época era amarrar lanternas na montante dos aviões para evitar possíveis colisões. “Sirenes eram acionadas e o povo corria para se abrigar como se a cidade estivesse sendo realmente bombardeada”, disse.

Mestre Hélio contou ainda que os pilotos, logo que avistavam um transeunte, tentavam acertá-lo com pequenos sacos de cal.

Cenas hilariantes aconteceram durante os “bombardeios”, relembrou o experiente piloto. Segundo ele, o fato mais engraçado de todos ocorreu com o comandante do corpo de bombeiros, na época o capitão PM José Nogueira Caminha. “Ele foi atingido por um dos sacos de cal, um petardo de 500 gramas”, disse. O citado militar, segundo ainda Hélio Guedes, que era também membro da defesa passiva, ficou muito envergonhado com o acidente.

Ainda como defesa da cidade, descreve Hélio Guedes, “foram transferidos para o farol do Mucuripe (farol velho) cerca de 12 canhões da marca krupp, com o objetivo de revidar possíveis ataques alemães”.

Na realidade os velhos canhões fabricados na Alemanha pouco poderiam fazer com relação a possíveis ataques submarinos. Eram armas de artilharia próprias para serem utilizadas terra-a-terra. Além disso, tinham o alcance médio de no máximo dois mil metros.

O falo de MD…

outubro 23rd, 2008

Duda escreveu no blog dele esse post abaixo… Pior que lembra muito o meu pai. Vejam ai abaixo:

O meu amigo MD foi a Vitória do Espírito Santo para um seminário. No encerramento participou de uma confraternização no próprio hotel. Serviu-se de fartas doses de uísque, jogou muita conversa fora, e foi ao quarto dormir. Ao acordar no meio da noite para fazer xixi, em vez de abrir a porta do sanitário abriu a do apartamento.
De pijama e com o pênis do lado de fora transitou no corredor do andar procurando o vaso sanitário para satisfazer suas necessidades. Terminou na recepção do hotel.
Recolhido à habitação, sem se lembrar por quem, a história foi confirmada por Alberto que se encontrava no local, dividindo as acomodações. O que Alberto não sabe dizer é onde MD fez xixi.
No dia seguinte, discretamente, pagaram as contas e pegaram o avião de volta.
Este meu amigo, segundo sua esposa, já urinou em ar condicionado, em geladeira, em tênis, e em guarda roupas. Para ele, basta exagerar um pouco na dose e tudo se parece com um vaso sanitário.
Ainda bem que MD só acorda à noite com vontade de fazer xixi, você já imaginou se fosse com diarréia…
Ao ser questionado pela esposa, MD disse que se descuidou porque estava hospedado no local do evento e não se preocupou com a Lei Seca.